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Artistas da Década

Simplesmente não param de surgir listas sobre os melhores álbuns e músicas da década, dessa primeira década de 2000. Com todas essas listas já podemos ter uma ideia de quais artistas foram os mais importantes da década. Por isso fiz a lista com os artistas mais importantes da década.

10. MGMT

A banda conquistou o segunda lugar entre as melhores músicas da década (Time to Pretend, NME). Sem contar que Oracular Spectacular está entre os melhores álbuns em várias listas. A banda trouxe uma série de efeitos legais e adicionou um pouco de psicodelia à música.

9. U2

A banda irlandesa se consolidou como a maior banda de rock do momento, fez grandes turnês e lançou três grandes álbuns nessa década.

8. Outkast

Stankonia e Speakerboxxx/The Love Below estão bem colocados em diversas listas. Nesses últimos anos, eles conseguiram influenciar todo o hip hop.

7.  Mark Ronson

Com um ótimo disco de versões (Version) e tendo sido um dos responsáveis pelo sucesso de Lily Allen e Amy Winehouse, o produtor não poderia ficar fora da lista.

6. Jay-Z

O grande rapper do mundo do hip hop lançou duas obras primas: The Black Album e Blueprint.

5. Arctic Monkeys

A banda inglesa trouxe novidade e energia ao mundo do rock’n'roll. Bateu recordes de venda de discos desde Whatever People Say I Am That’s What I’m Not, o melhor da banda (Rolling Sone e NME).

4. The White Stripes

Uma dupla incrível e  inteligente. Uma baterista simples e um excelente frontman. White Blood Cells, Elephant e Seven Nation Army figuram em quase todas as listas.

3. The Strokes

A salvação do rock, segundo alguns críticos. Ao lado dos Arctic Monkeys, eles definiram o rock dos anos 2000. Is This It está como álbum da década para a NME.

2. Amy Winehouse

A cantora britânica é a grande diva da década

A maior surpresa da década. Com apenas 1 álbum ela alcançou patamares inimagináveis. 5 Grammys, artista que definiu a década (The Telegraph) e Back to Black em quase todas as listas de álbuns dos anos 2000.

1. Radiohead

A banda da década.

Três álbuns nas listas dos melhores: Hail to the Thief, Kid A e In Rainbows. A melhor banda dos anos 1990 é também a melhor banda dos anos 2000.

Ich bin Brüno!

Crítica→ Brüno de Sacha Baron Cohen

Brüno é tão 2009!

Brüno é tão 2009!

Trata-se de uma comédia que ultrapassa todos os limites do convencional em qualquer comédia. Há de se ressaltar a ótima interpretação de Baron Cohen, que, sem dúvida se destaca como o melhor ator de comédias da atualidade. Depois do enorme sucesso em Borat, Sacha volta às telonas com o personagem Brüno, um austríaco homossexual que sonha em ser uma grande celebridade. Brüno é forte e chocante, talvez não haja uma comédia mais reta e direta que essa. O filme além de ter sido protagonizado por Sacha Baron Cohen, também foi escrito por ele, que simplesmente não deixa passar nada: mundo da moda, universo gay, celebridades, tv, nazismo, sexo, showbizz, homofobia, racismo, Oriente Médio, religião, consumismo, ecologia…

Uma comédia, eu diria, muito mais que ácida.  Apesar disso tudo, o que pode chocar muita gente, o cinema ri o tempo todo. Em algum momento alguém pode se sentir ofendido ou achar que Brüno passa de todos os limites, porém é uma das melhores comédias dos últimos anos, provoca reflexões, é cheia de referências e ganchos da atualidade. As tiradas são maravilhosas, o texto é ágil e inteligente. Destaque para as “entrevistas” que Brüno faz ao longo do filme, elas são hilárias. Eu recomendo, mas deixo a advertência: se você é cheio de pudores, é conservador, tradicional, não assista.

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site oficial: www.thebrunomovie.com

BoxList – Hinos do Rock!

Essa é a semana mundial do rock e nada melhor que uma lista com os 10 maiores hinos da história do rock. O rock é o estilo musical mais poderoso da música, não envelhece nunca, tem cheiro de novo, vitalidade e é sempre moderno. Essa foi uma das listas mais difíceis de fazer… Tive que deixar de fora bandas como Beattles, Queen e Rolling Stones. Mas as músicas escolhidas resumem e definem o espírito rock’n'roll. 10 faces do mais versátil e vivo de todos os estilos musicais:

 

O maior expoente do punk britânico

O maior expoente do punk britânico

1. Anarchy in the UK   – Sex Pistols → a revolta e a anarquia do punk

2. Born to be Wild – Steppenwolf → espírito selvagem e aventureiro…

3. Back in Black – AC/DC → um dos riffs mais clássicos e contagiantes da história da música

4. Should I Stay or Should I go – The Clash → simples, curta e empolgante!

O personagem histórico criado por David Bowie

O personagem histórico criado por David Bowie

5. Ziggy Stardust – David Bowie → à frente de seu tempo, à frente até mesmo do nosso tempo.

6. Iron Man – Black Sabbath → outro riff marcante,  traz o vigor do punk.

7. Another Brick in the Wall (parte II) – Pink Floyd → um hino de crítica ao sistema.

8. Cry Baby – Janis Joplin → Folk, country e soul dando origem a um autêntico rock’n'roll.

9. Whole Lotta Love – Led Zeppelin → energia pura!

10. Smells Like Teen Spirit – Nirvana → a acidez e a explosão do grunge

 

Cena do Filme Easy Rider, Sem Destino.

Cena do Filme Easy Rider, Sem Destino.

1. Steppenwolf – Born to Be Wild → Um dos maiores clássicos do rock ‘n’ roll! Música eternizada no filme Easy Rider (traduzido como Sem Destino). É a música de maior sucesso da banda, na verdade é o único sucesso. Mas é um hino.

2. Verve – Bittersweet Symphony → É o único sucesso da banda britânica que voltou recentemente. Love is Noise foi uma tentativa recente da banda de voltar às paradas, não deu muito certo.

3. Wolfmother – Woman → Ótima banda australiana. Woman é o maior sucesso da banda e espero que não seja o único, a banda está gravando Cosmic Egg, seu novo álbum e acaba de anunciar uma nova turnê.

4. Jet – Are You Gonna Be My Girl →  Essa música é muito boa, rock encorpado, cheio de vitalidade. Mas até agora é o único sucesso do Jet, o segundo CD da banda, Shine On, praticamente não repercutiu.

5. Macy Gray – I Try → maior sucesso da cantora de voz rouca e timbre incomum.

6. The Darkness – I Believe In A Thing Called Love → banda de glam rock britânica, alcançou o sucesso com esse single do CD Permission To Land.

7. DeeLight – Groove’s In The Heart → Quem não se lembra daquele clipe psicodélico, a cara dos anos 90?

 

8. The Soup Dragons – I’m Free → Essa banda escocesa alcançou o sucesso com essa cover dos Rolling Stones na década de 90. Virou até música de comercial de cartão de crédito! Depois de I’m Free nunca mais se ouviu falar no Soup Dragons…

9. Sublime – Santeria → muita gente diz que Sublime não é só Santeria, mas esse é o único sucesso da banda.

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Sinead O'connor

10. Sinead O’connor – Nothing Compares 2 You → ela raspa a cabeça, é homossexual, rasgou a foto do Papa (na época João Paulo II) na TV, foi excomungada e tem esse single composto pelo Prince como maior e único sucesso. Parece que agora ela se aposentou de vez, uma pena…

Diante do que aconteceu nesse histórico 25 de junho de 2009, se faz inevitável não falar sobre mais um mito do mundo da música que se consagra através de sua morte repentina e rápida. Um mês antes de iniciar sua turnê definitiva em Londres, o mundo da música se despede de um dos maiores ídolos da história.

Michael Jackson surgiu para o mundo nos anos 60 com a banda The Jackson Five. Era apenas uma criança, cantava ao lado de seus irmãos e já impressionava com uma voz incrível. Michael chegou a dizer que essa foi uma época difícil para ele, pois era agredido fisicamente e verbalmente pelo pai. Muitos atribuem seu comportamento excêntrico à traumas adquiridos nessa época. Após o grande sucesso do Jackson Five, Michael começou a ensaiar uma carreira solo.

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Off The Wall foi o primeiro álbum da carreira solo do cantor. Foi sua apresentação para o público como artista em processo de amadurecimento. Esse álbum rendeu um Grammy para Jackson e significou a afirmação de seu nome.

Mas foi com Thriller que Michael Jackson alcançou o topo do mundo. Este é e será o disco mais vendido da história ( a julgar pelos números de vendas de discos nos últimos anos e o impacto da Internet). Em Thriller, Michael redefiniu novos rumos para a música pop dali em diante. Começava a era dos videoclipes com Jackson definindo os padrões estéticos. A MTV teve seu sucesso impulsionado pelo cantor. Billie Jean, Beat It e Thriller foram sucessos absolutos em todo mundo. Nesse meio tempo Michael impressionou o mundo ao realizar o moonwalk, o passo de dança que criou e que virou sua marca registrada. Mas junto com esse enorme sucesso, surgiu um mito, o qual o próprio Michael Jackson jamais iria superar. Nos anos seguintes ele teve a dura tarefa de competir consigo mesmo, de alcançar novamente o auge, de tentar superar o popstar cuja imagem foi elevada a patamares inalcançáveis.

Bad, seu próximo álbum obteve sucesso relativo, mas a crítica dizia que era fraco comparando-o com Thriller.  Entretanto Michael mantinha seu enorme sucesso. A partir daí começavam a serem expostas as excentricidades do cantor. Seu processo de clareamento da pele gerou controvérsias: era atribuído a drogas que o cantor tomaris por não aceitar ser negro, o que Michael negava justificando a transformação através do vitiligo. Elizabeth Taylor nomeou Jackson de Rei do Pop, título que passou a ser atribuído para sempre ao cantor. Em seguida Michael continuou sua carreira lançando discos de pouca repercussão e sucesso não tão grande. Surgiram acusações de pedofilia, hábitos estranhos, como andar sempre de máscara. O Rei do Pop ainda teve dois filhos e casou-se com a filha de Elvis Presley, Lisa Marie Presley.

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O Maior cantor da música pop. Um mito consagrado pela própria morte. Sua morte não deve ser apenas motivo de lamentações, afinal é através dela que sua imagem vai se eternizar. Um garoto prodígio, um artista inigualável. O maior ícone da cultura de massa que só concorreu com Madonna como fenômeno de mídia. Compará-los, como tenho visto na mídia, é algo difícil. Enquanto Michael sofreu com a superexposição na mídia, Madonna soube manipular essa mesma mídia como nenhum outro artista conseguiu, e manipular o que manipula não é fácil. O talento de Michael é, sem dúvida, maior que o de Madonna, mas a cantora vem conseguindo algo que Michael não conseguiu: se manter no topo. A diferença é que o topo para Madonna seria o Aconcágua, enquanto para Michael Jackson, Beattles e Elvis Presley seria o Everest. Alcançar esse auge tavez só seja possível uma única vez.

The King of Pop

The King of Pop

Novo Musical fica pronto em 2009

Burlesque*, próximo filme musical, trará Christina Aguilera e Cher no elenco. Será a estreia oficial de Christina no cinema.

 

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A princípio, a sinopse de Burlesque não é muito animadora:

Musical que busca inspiração nos famosos espetáculos de vaudeville, “Burlesque” apresenta 12 números musicais para contar a história de uma jovem mulher que tenta fugir do vazio do passado. Para isso transforma-se numa dançarina de um nightclub em Los Angeles.

fonte: http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=18943

Parece um tanto clichê… Bom, para quem é fã de Aguilera ou Cher, ir ao cinema para assistir às suas performances musicais deverá valer à pena. O último grande musical foi Mamma Mia, com Meryl Streep protagonizando e que ressuscitou as músicas do Abba.  Moulin Rouge, no início da década, resgatou o gênero, sendo elogiado por público e crítica. Particularmente, Moulin Rouge não passa de um filme regular, nada mais. Em seguida veio Chicago, que arrebatou 6 Oscars em 2003. Recentemente, o musical Dreamgirls levou Beyonce a ser indicada à mais importante premiação do cinema.

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Christina Aguilera, a exemplo de Beyonce, é mais uma cantora que experimenta a arte da interpretação. Beyonce, até agora é a mais bem sucedida, ao lado de Madonna, que levou um Globo de Ouro por Evita. Entretanto, essa experiência foi um tanto desastrosa para outras cantoras, como Britney Spears (”cantora”) e Mariah Carey, por exemplo. Resta a expectativa em relação ao desempenho de Aguilera.

Burlesque será dirigido por um estreante: Steve Antin. As filmagens ficam prontas ainda em 2009, mas ainda não tem previsão de estreia. No roteiro tem, além do próprio Steve, Diablo Cody de Juno.

Vale lembrar musicais que marcaram época:

A Noviça Rebelde é o maior clássico do gênero, lançado em 1965, tinha Julie Andrews como protagonista. Dançando No Escuro é um musical denso do dinamarquês Lars von Trier e que traz a maravilhosa Björk no papel de Selma, a protagonista. Neste filme os desentendimentos entre Lars e Björk foram frequentes e a cantora chegou a abandonar so sets de gravação. Outro clássico é Cantando na Chuva com Gene Kelly como diretor e protagonista.

It’s Oh So Quiet → Björk : trilha do filme Dançando no Escuro.

*Para quem não sabe, burlesque ou burlesco é um gênero teatral identificado através das paródias e da sátira. Quer saber mais? Clique aqui.

A próxima lista do BOX (abaixo) traz as 10 melhores versões (ou covers, como preferirem) da música. Bom, o critério é simples: a versão tem que superar a original ou ficar tão incrivelmente diferente que fique até difícil comparar com a original. A lista:

 

1. Cake – I’ll Survive (Gloria Gaynor) → acho que nem precisa falar muita coisa, né? Simplesmente desconstrói a original.

A banda californiana Cake

A banda californiana Cake

2. White Stripes – I Just Don’t Know What To Do With Myself  (Dusty Springfield) → excelente, Jack White (como sempre) numa performance vocal intensa. A banda também já gravou uma ótima cover de Jolene, de Dolly Parton. A seguir o clipe com maravilhosa performance de Kate Moss:

3. Amy Winehouse  – Will You Still Love Me Tomorrow (The Shireless) → ela transformou uma música pudim-de-chuchu numa das mais belas canções de amor que já escutei.

4. Johnny Cash – Hurt (Nine Inch Nails) → Uma cover maravilhosa de Johnny Cash no último álbum de sua carreira. Neste álbum também tem uma versão de Personal Jesus, do Depeche Mode, também ótima.

Fell In Love With A Boy, dos White Stripes foi o primeiro single da Joss Stone

Fell In Love With A Boy, dos White Stripes foi o primeiro single da Joss Stone

5. Joss Stone – Fell In Love With A Boy (The White Stripes) → O próprio Jack White disse que a versão da Joss era melhor que a dele (!). A Joss apenas cantou a música, sem ter participação ativa no processo de transformação da música, mas também merece os créditos. Processo de transformação? Sim: de um rock forte e acelerado para um r&b envolvente e cadenciado.

6. Cássia Eller – Non, Je Ne Regrette Rien (Edith Piaf) → não digo que esta versão superou a original, mas acrescentou vitalidade e foi interpretada com muita personalidade pela Cássia Eller.

7. Nirvana – The Man Who Sold The World (David Bowie) → Muito boa essa versão. Sem comparações com a original, ambas são ótimas.

8. Chico Science & Nação Zumbi – Maracatu Atômico (Gilberto Gil) → essa versão incorpora à música uma sonoridade bem original, diferenciando-a da original do Gil (acho que até supera).

9. Mark Ronson – Stop Me If You Think You’ve Heard This One Before (The Smiths) → Ronson mostra, nessa e em outras versões, por que é um dos melhores produtores musicais do momento.

10. Christina Aguilera & Missy Elliot – Car Wash (Rose Royce) → Trilha do filme O Espanta Tubarões. É bem mais empolgante que a original, Christina e Missy arrasam. A primeira nos vocais e a segunda na repaginação (não sei se essa palavra existe) da música.

O Box Cultural vai apoiar a FENAJ, Federação Nacional dos Jornalistas em relação à obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Esse blog é escrito por um estudante de jornalismo que acredita que essa profissão é de suma imortância para a sociedade e não pode ser rebaixada em função de interesses de grandes corporações que só se preocupam com seus interesses financeiros. Leia o manifesto abaixo e esclareça-se. O jornalista é o porta-voz da sociedade e seu ofício é extremamente importante.

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Manifesto à Nação

 Em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no Brasil

A sociedade brasileira está ameaçada numa de suas mais expressivas conquistas: o direito à informação independente e plural, condição indispensável para a verdadeira democracia.

 O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a julgar o Recurso Extraordinário (RE) 511961 que, se aprovado, vai desregulamentar a profissão de jornalista, porque elimina um dos seus pilares: a obrigatoriedade do diploma em Curso Superior de Jornalismo para o seu exercício. Vai tornar possível que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça as atividades jornalísticas.  

A exigência da formação superior é uma conquista histórica dos jornalistas e da sociedade, que modificou profundamente a qualidade do Jornalismo brasileiro.

 Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos Cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.

 É direito da sociedade receber informação apurada por profissionais com formação teórica, técnica e ética, capacitados a exercer um jornalismo que efetivamente dê visibilidade pública aos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas. Os brasileiros merecem um jornalista que seja, de fato e de direito, profissional, que esteja em constante aperfeiçoamento e que assuma responsabilidades no cumprimento de seu papel social.

 É falacioso o argumento de que a obrigatoriedade do diploma ameaça as liberdades de expressão e de imprensa, como apregoam os que tentam derrubá-la. A profissão regulamentada não é impedimento para que pessoas – especialistas, notáveis ou anônimos – se expressem por meio dos veículos de comunicação. O exercício profissional do Jornalismo é, na verdade, a garantia de que a diversidade de pensamento e opinião presentes na sociedade esteja também presente na mídia.

 A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade  à   informação livre, plural e democrática.

 Não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos destes interesses particulares. Os brasileiros e, neste momento específico, os Ministros do STF, não podem permitir que se volte a um período obscuro em que existiam donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, de todos os cidadãos!

FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas

Sindicatos de Jornalistas de todo o Brasil

http://www.fenaj.org.br/diploma.php

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As Biografias no Cinema

Martin Luther King será a próxima personalidade a ganhar uma biografia cinematográfica

A História de Martin Luther King vai para o cinema

A História de Martin Luther King vai para o cinema

O pastor e ativista da causa negra nos Estados Unidos terá sua vida contada nos cinemas por Steven Spielberg, que conseguiu, junto à família de Luther King, os direitos de adaptação.

Os filmes biográficos sempre rendem ótimas atuações e já vêm com uma história bem rica, já que as personalidades escolhidas são sempre aquelas que marcaram história. Vamos relembrar quais foram as grandes biografias cinematográficas?

A mais recente é Milk, que conta a história do político homossexual Harvey Milk, vivido por Sean Penn, que ganhou o Oscar de melhor ator. Voltando mais um pouco no tempo temos Johnny & June e Ray, com interpretações magníficas de Joaquim Phoenix e, principalmente, de Jammie Foxx em Ray. A pintora Frida Kahlo foi vivida por Salma Hayek em Frida. Capote é outra produção recente, também biográfica, que rendeu a Phillip Seymour Hoffman o Oscar de melhor ator. A Academia parece mesmo gostar desse gênero de produção. Apenas para citar seguem: La Vie En Rose – sobre Edith Piaf-, O Último Rei da Escócia, Uma Mente Brilhante, Elizabeth, Em Busca da Terra do Nunca

Há ainda o Frost/Nixon, que apesar de não ser uma biografia (relata um episódio histórico apenas), traz uma brilhante interpretação de Richard Nixon por Frank Langella.

No Brasil os mais marcantes são Cazuza- O Tempo Não Para e Olga (não vou falar de 2 Filhos de Francisco, não vale a pena).

famosas biografias cinematográficas

famosas biografias cinematográficas

E ainda existem várias personalidades da história que ainda não tiveram suas vidas transportadas para a tela do cinema. No Brasil a próxima adaptação será o filme Lula – O Filho do Brasil, sobre a vida do presidente mais popular que o Brasil já teve (ou pelo menos um dos, sem esquecer JK). 

Sobre o filme que retratará Luther King fica a curiosidade sobre quem será o ator que será o responsável pela interpretação.

Acho que esse filme irá se chamar I Have a Dream ou algo do tipo (He Had a Dream…), especulando.

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No último dia 19 de maio o baixista do Radiohead, Colin Greenwood, anunciou que a banda estava de volta aos estúdios para trabalhar em seu próximo álbum, o sucessor de In Rainbows. Não se sabe quando ficará pronto. In Rainbows levou mais de 2 anos pra ficar pronto.

O Radiohead volta aos estúdios para gravar próximo CD

O Radiohead volta aos estúdios para gravar próximo CD

Mas o que me faz escrever esse post sobre o Radiohead é simplesmente a vontade de falar de umas das maiores bandas (senão a maior) do planeta. O Radiohead faz parte do Indie Rock, que é como o rock independente é chamado na Inglaterra. Os motivos para considerar essa banda como uma das maiores do planeta são muitos: qualidade técnica fantástica, melodias únicas e belíssimas, letras não-convencionais, experimentação sonora bem-sucedida, influência musical sobre diversos artistas e sobre o mundo da música em si. Creep, de Pablo Honey, foi o cartão de visitas da banda britânica para o mundo. Tinha um baixo marcante, uma letra melancólica. Mas o Radiohead não ficou satisfeito com o sucesso de Creep, pelo contrário: a banda passou a se questionar, a querer fazer algo mais substancial. Veio então o The Bends. O Radiohead começava a impressionar, com uma sonoridade diferente. Pouco tempo depois, a banda alcançou o auge: em 1997 sai o Ok Computer, disco mais significativo da década de 90. Músicas incríveis como Karma Police (o maior sucesso), Fake Plastic Trees e Paranoid Android arrebataram os amantes da boa música. Essas canções tinham cheiro de espírito novo. As experimentações foram muito bem-sucedidas. O Radiohead provava ter mais densidade sonora  e inteligência musical. Os próximos álbuns vieram a confirmar a força do Radiohead: Kid A em 2000, Amnesiac em 2001 e Hail To The Thief em 2003. Estes últimos tiveram repercussão controversa entre a crítica, que certamente esperava mais depois de Ok Computer.

Depois de grande expectativa, em 2007 In Rainbows foi lançado. Não tinham mais vínculo com a gravadora EMI. Talvez por isso a banda decidiu vender o disco na internet, faixa a faixa; os fãs decidiriam quanto pagariam, quanto iria valer o single que estavam baixando. O Download podia até ser feito de graça, “pagando” 0,00 $. Essa estratégia fez muito barulho. Discussões sobre o futuro da música, o fim das gravadoras e o advento da internet pipocaram ao redor do mundo. É por isso que o Radiohead é uma das maiores bandas do mundo.

Ok Computer foi o auge da banda não por acaso: Vou falar a seguir sobre 2 dos singles mais famosos da banda, Karma Police e Fake Plastic Trees:

Os clipes da banda também são algo fora do comum, pelo menos até antes do In Rainbows, no qual senti falta dos videos únicos e incríveis que só o Radiohead sabe fazer. No clipe de Karma Police, Thom Yorke é um algoz , que, de dentro de seu carro, persegue um homem cruelmente. Polícia cármica é uma expressão que a banda usa quando alguém comete algum erro durante uma gravação, ensaio… mas, recorrendo a uma interpretação junguiana, dos sonhos, sonhar com polícia significaria algo como a representação de nosso Karma, gratificações ou punições que dependeriam de nossas ações. A letra fala de opressão,algo parecido com o bullying. E o final desse clipe é sensacional. A sonoridade contribui para o clima da música, que che ga a dar uma sensação de desespero.

Fake Plastic Trees é uma crítica ao consumismo: o clipe se passa num supermercado. Fake tem uma melodia belíssima e mais que a letra, é a melodia e a beleza da música que mais chamam atenção.

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